terça-feira, 20 de setembro de 2011

Uma oitava de desejos


Amanheço entre braços que dignificam a espécie;
Limpo o orvalho que lubrifica a rima;
Corro, vejo o berço que adormece em preces;
Sou o oitavo que não veio pós a estima;
Sou o simples e o coitado, sou quem lhe emana e segue!
Driblo o convexo, no desejo de lhe ver em cima!
Choro em seus braços, e morro em seus traços;
Sou o poeta que não deseja mudar o fim.

2 comentários:

Verônica Pacheco disse...

Não desejamos mudar o mundo...
Desejamos sim intensificar o hoje para tornar o amanhã mais humano...
Belas palavras amigo poeta!

Adriano Viaro disse...

obrigado pelas palavras minha amiga. sinta-se sempre em casa nesse meu singelo espaço. abraços.