Amanheço entre braços que dignificam a espécie;
Limpo o orvalho que lubrifica a rima;
Corro, vejo o berço que adormece em preces;
Sou o oitavo que não veio pós a estima;
Sou o simples e o coitado, sou quem lhe emana e segue!
Driblo o convexo, no desejo de lhe ver em cima!
Choro em seus braços, e morro em seus traços;
Sou o poeta que não deseja mudar o fim.
2 comentários:
Não desejamos mudar o mundo...
Desejamos sim intensificar o hoje para tornar o amanhã mais humano...
Belas palavras amigo poeta!
obrigado pelas palavras minha amiga. sinta-se sempre em casa nesse meu singelo espaço. abraços.
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