Escorria nas paredes do outono;
O amor que faísca a relva de um pouso,
Desfocado pelo pássaro que dentes...
Não tinha para comer.
Verdejava ontem o paraíso
Que tantas vezes lançava o sorriso
Mas que na clausura do desespero,
Jamais tivera um verdadeiro amor.
Foste a semente que jaz brotada
No pensante pingente da amada
Despencada dos altos escarpados...
Pelas correntes maiúsculas do porém!
Eram doze hipóteses e não trabalhos!
Era a promoção contida em orvalhos!
Mas acima de tudo era o contexto...
Pedindo rima para o seu final
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